sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Jay Walker Library












FELICIDADE É NÃO TER PRESSA… Que o ano seja tranquilo para que possamos ser felizes… FELIZ 2009





Que trará de novo este ano????

2009 sem surpresas




As poeira estão agora coladas ao chão da chuva e do nevoeiro denso em que se tornou a própria vida... já nem pachorra tenho para ouvir o PR.... a política decididamente provoca-me vómitos... lamentável visto que não podemos esquecer que a política existe... e "as ilusões pagam-se caras"... assim me quedo indiferente às festividades que se sucedem.... não sei porque razão tanta gente festeja o Natal no meio de tanta hipocrisia... dizem que vem aí a crise.... que me lembre há anos que vivo nela... o meu país acabou, morreu, está moribundo.... que interessa agora mais uma crise?

domingo, 23 de novembro de 2008

Objectos da Rainha D. Amélia expostos pela primeira vez



Bisneta do rei Luís Filipe de Orléans, D. Amélia casou-se com D. Carlos em 1886


Objectos que pertenceram à Rainha D. Amélia, mulher de D. Carlos, vão ser expostos pela primeira vez ao público, em Lisboa, a partir de quinta-feira, na Casa-Museu José Anastácio Gonçalves.

Lusa


"Cerca de 90% dos objectos são expostos pela primeira vez, apenas dois vestidos já estiveram numa exposição em Versalhes, localidade onde a Rainha era muito querida pelo seu apoio à população e obras de caridade", disse à Lusa o director da Casa-Museu, José Alberto Ribeiro.

Além de vestidos, na exposição, que estará patente até Abril, poderão ver-se jóias, papéis diversos como anotações das suas visitas, esculturas, pinturas, objectos de culto, cardápios e dois diários.

"Os diários referem-se ao tempo em que D. Amélia foi voluntária da Cruz Vermelha, durante a I Grande Guerra (1914-1918)", indicou José Alberto Ribeiro.

Uma outra curiosidade é o último menu da Família Real em Portugal, relativo ao almoço de 5 de Outubro de 1910, além de muitas outras ementas pintadas por Enrique Casanova.

Esta exposição, explicou o director da Casa-Museu, "insere-se no conceito de uma colecção na casa de um coleccionador, na medida em que os objectos expostos são parte da colecção de Rémi Fénérol sobre objectos da realeza".

O médico José Anastácio Gonçalves, falecido em 1965 em Leninegrado (actual São Petersburgo), foi um coleccionador de arte portuguesa, tendo sido amigo, entre outros, de José Malhoa.

Referindo-se a Fénérol, José Alberto Gonçalves esclareceu que o coleccionador seguiu os passos dos herdeiros dos antigos empregados da Rainha a quem esta, ao longo da vida, ofereceu jóias e objectos pessoais, e que "só se desfizeram desses bens na década de 1980".

Última francesa coroada

Para os franceses, D Amélia "tem um destaque especial, na medida em que foi a última francesa coroada Rainha", assinalou.

Bisneta do rei Luís Filipe de Orléans, D. Amélia casou-se com D. Carlos na Igreja de S. Domingos, em Lisboa, em 1886.

A exposição mostra, não só objectos que saíram de Portugal há cerca de um século, como outros que a Rainha foi adquirindo durante as suas estadas em Inglaterra e em França, onde faleceu, em Chesnay, em 1951.

Fazem parte da mostra, entre outros, quadros pintados por D. Carlos e o Príncipe D. Luís Filipe e aguarelas pintadas pela própria Rainha, bem como objectos de culto como crucifixos e jóias pessoais que a república restituiu em 1911 a D. Manuel II e a D. Amélia.

José Alberto Ribeiro, a este propósito, citou uma frase de D. Amélia, que, referindo-se á jóias devolvidas, escreveu: "Nem um alfinete faltou".

Esta exposição visa atrair mais público à Casa-Museu, que este ano recebeu já 10.000 visitantes.

O historiador Pedro Tavares, em declarações à Lusa, louvou a iniciativa, afirmando que "é através destes eventos que se dinamiza um espaço museológico como a Casa-Museu Anastácio Gonçalves, que tem óptimas características".

Localizada na zona de Picoas, a Casa-Museu reúne essencialmente objectos de uso quotidiano de finais do século XIX e da primeira metade do seguinte e uma colecção de arte portuguesa.

"O facto de Anastácio Gonçalves ser um convicto republicano não choca de forma alguma com a a sua casa receber agora objectos da Rainha", observou o historiador.

PR condecora Armando Jorge


O coreógrafo Armando Jorge vai ser condecorado sábado, no Teatro São Carlos, pelo Presidente da República, com o Grau de Grande Oficial da Ordem Militar de Santiago da Espada, revelou hoje fonte da Companhia Nacional de Bailado (CNB)

Lusa


De acordo com a mesma fonte da CNB, a condecoração deverá ser entregue no final do espectáculo de estreia do bailado clássico "O Quebra Nozes", que regressa ao Teatro Nacional de São Carlos (TNSC) após 24 anos da estreia, com a mesma versão de Armando Jorge.

No âmbito da temporada da CNB 2008/09, o clássico regressa a este teatro com a actuação inédita ao vivo da Orquestra Sinfónica Portuguesa e do coro do TNSC, parceiro na remontagem do espectáculo.

"Sinto-me muito honrado com esta condecoração", disse o coreógrafo à Agência Lusa a propósito da entrega pelo Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, prevista para sábado à noite, na estreia, no São Carlos.

Para Armando Jorge - que iniciou os seus estudos de ballet no Círculo de Iniciação Coreográfica de Margarida de Abreu, em 1958 - a distinção "é importante como reconhecimento de um trabalho realizado como bailarino, coreógrafo e director artístico da CNB entre 1978 e 1993.

"Dediquei-me à companhia sempre na tentativa de fazer um bom serviço público. Fui afastado involuntariamente", lamentou, recordando a altura em que se insurgiu contra a separação da CNB do TNSC no início dos anos noventa.

O coreógrafo disse ainda que vai dedicar a condecoração aos artistas com quem trabalhou toda a vida: "Eles foram a minha família e a dança foi a minha paixão. A dança, como qualquer arte, só se faz por paixão", salientou.

Aluno de William Dollar no American Ballet Theatre, e de Daniel Seilier na pera de Paris, foi figura principal no Ballet Gulbenkian até 1975.

Foi o primeiro português a interpretar os grandes clássicos como "Giselle" no papel de Albrecht, "O Lago dos Cisnes" no papel de Siegfried, "Raymonda" no papel de Jean de Brien, e "O Quebra Nozes" no papel de Príncipe, e depois o repertório neo-clássico e moderno de coreógrafos de renome como Balanchine, Norman Waker e John Butler.

Além de director-fundador da CNB, organizou o Centro de Formação de Bailarinos desta companhia, na qual foram formados alguns dos mais destacados bailarinos portugueses.

"O Quebra Nozes" com coreografia de Armando Jorge, segundo o argumento de Marius Petipa, tem música de Tchaikovsky, cenografia e figurinos de Artur Casaes e desenho de luz de Pedro Martins.

Talvez o mais dançado de todos os grandes bailados clássico, foi originalmente apresentado no Teatro Mariinski de São Petersburgo, em 1892, e estreado em Portugal pela CNB em 1984, no TNSC.

"O Quebra Nozes" terá ainda apresentações nos dias 28 de Novembro, 05, 06 e 11 de Dezembro, pelas 21:00, e nos dias 23 e 29 de Novembro, e 07 e 13 de Dezembro às 16h00. Está previsto um espectáculo especial para as famílias a 30 de Novembro, pelas 16h00.

Biblioteca multimédia online


Europeana tem mais de dois milhões de obras

A biblioteca multimédia online da Europa, "Europeana", está acessível desde hoje ao público, que através da Internet poderá aceder a mais de dois milhões de obras dos 27 Estados-membros da União Europeia.

Lusa

Esta biblioteca virtual conta com livros, mapas, gravações, fotografias, documentos de arquivo, pinturas e filmes do acervo das bibliotecas nacionais e instituições culturais dos 27 Estados-Membros da UE, tendo por exemplo, de Portugal, a Carta plana de parte da Costa do Brasil - um mapa de 1784.

Acessível, em todas as línguas da UE, através do endereço www.europeana.eu; a biblioteca multimédia europeia conta com material fornecido por mais de mil organizações culturais de toda a Europa, incluindo Museus, como o Louvre de Paris, que forneceram digitalizações de quadros e objectos das suas colecções.

Segundo a Comissão Europeia, que lançou esta iniciativa em 2005, este é "apenas o começo", pois a ideia é expandir a biblioteta, envolvendo também o sector privado.

O objectivo é que, em 2010, a Europeana dê acesso a pelo menos 10 milhões de obras "representativas da riqueza da diversidade cultural da Europa e terá zonas interactivas, nomeadamente para comunidades com interesses especiais".

"Com a Europeana, conciliamos a vantagem competitiva da Europa em matéria de tecnologias da comunicação e de redes com a riqueza do nosso património cultural. Os europeus poderão agora aceder com rapidez e facilidade, num único espaço, aos formidáveis recursos das nossas grandes colecções", comentou o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso.

Por seu turno, a comissária europeia para a Sociedade da Informação e os Meios de Comunicação, Viviane Reding, apelou "às instituições culturais, editoras e empresas de tecnologia europeias para que alimentem a Europeana com mais conteúdos em formato digital".

Segundo dados da Comissão, desde a "abertura" da biblioteca, hoje de manhã, houve 10 milhões de visitas por hora, tendo esta "tempestade de interesse" forçado mesmo a "deitar o sistema abaixo" por algum tempo para duplicar a capacidade do "site".

Livro "12 erros que mudaram Portugal" chega às livrarias



O livro "12 erros que mudaram Portugal" é da autoria de João Vasco de Almeida e chega hoje às livrarias.



Esta obra desfaz os grandes equívocos da história nacional. Em declarações ao Rádio Clube, o autor conta que a ideia surgiu à mesa.


Entre outras revelações, a obra afirma que, afinal, D. Afonso Henriques não bateu na mãe, mas no amante dela.